domingo, 19 de fevereiro de 2012

Uma noite de terror.

Em uma noite normal...Elena levantou da cama com um grande estrondo...

Olhou pela janela, mas nada viu, voltou-se a deitar.

Novamente um estrondo, mas dessa vez um estrondo tão grande que derrubou a parede da frente.Imediatamente Elena vestiu sua roupa e saiu ver o que havia acontecido, ou o que estava acontecendo...o que ela não imaginava era o que estava para acontecer...

Quando Elena estava apoiada no corrimão em cima das escadas de seu simples prédio...

Os chãos se abriram, literalmente os chãos se abriram quase aos seus pés...

Um terremoto horrível estava acontecendo,Elena então pegou o carro e saiu dirigindo pela cidade...

Quando um poste caiu por cima da frente de seu veículo...

Ela levantou meio que inconsciente...

Quando olhou ao lado esquerdo viu enormes furacões que vinham rumo a ela, novamente desesperada procurou um lugar para se esconder, o terromoto havia passado...Avistou um bueiro , pensou em entrar nele, e por sorte a grade estava mal encaixada, ela tirou e entrou...

O furacão ,já eram furacões, 4, se encontraram acima do local onde estava Elena.

Ela se afastou foi para trás, estava morta de medo que houvesse um terremoto junto aos furacões, quando viu um rato, se esquivava de tudo ,apavorada...

Ali ficou até ver que os furacões foram embora...

Ela saiu, imaginou que tinha acabado...

Olhou para a montanha e viu que estava toda vermelha então pensou :

"Será possível, todas as catastrofes em um só dia...Não isso não é comum"

Correndo ela saiu... para o lado direito...

andou e andou...quando olhou para trás viu que os únicos sobreviventes haviam morrido pelo vulcão.

Elena estava agora sem rumo e desesperada, já que não haviam familiares por perto, e ela não sabia se isso estava acontecendo com todo o planeta...

Chegando no museu ... viu que bateu um tremendo frio , flocos de neve começaram a cair na rua, ela encontrou então uma mendiga apavorada, que olhou para ela e saiu correndo também...

Estava muito muito frio, mesmo com seu agasalho.

Ela então rasgou alguns quadros e botou em torno de si para se aquecer um tanto.

Elena tentava se salvar de todos os modos possíveis...

Quando aquela escuridão da noite parecia não ter mais fim... Ela saiu na rua

Parou de nevar, não havia mais ninguém ali, ela estava só...

4 horas depois que ela andou e andou mais um pouco para chegar até a tia...

Olhou para cima e viu ... a luz do Sol brilhar e brilhar, foi quando desmaiou na frente do portão de sua tia Margareth, que a socorreu...


Por:Jessica C
jessicadecamargo@live.com

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Em uma noite comum

_ Em uma noite comum, estrelas no céu, temperatura relativamente baixa, em uma cidade comum, com muitas casas, algumas pessoas na rua se divertindo ou apenas conversando no portão, em um bairro comum, mais pacato do que a maioria, com casas, carros na garagem, em uma casa comum, com paredes, objetos em um quarto comum, com uma cama, uma televisão, um armário em uma cena comum, um corpo estirado no chão, uma poça de sangue, algumas gotas em meu sapato, um pequeno buraco de bala na cabeça e o sangue saindo devagar e escorrendo pelo rosto. . . a rotina me mata está tudo sempre ocorrendo da mesma maneira.

                Eu estou aqui num quarto sentado limpando os meus sapatos brancos, a um bom tempo que eu não sujo as minhas mãos dando eu mesmo o tiro. Agora eu costumo dar as ordens e sair do local ante de executarem o que eu mandei assim eu posso dizer que não fui eu que dei a ordem e que me esperaram sair para fazerem o que eles queriam fazer. Bem os meus advogados dizem que é útil, porém eu estou com muito tédio resolvi mudar um pouco hoje, faz tempo que não sinto esse cheiro de sangue e o último olhar de uma vítima indefesa. As pessoas que me enfrentam não apresentam um rosto de medo quando vou matá-las, para me enfrentar já demonstram coragem isso é um problema por isso os corpos espalhados na sala. Eram bons tempo quando as coisas não eram tão fáceis.

                Havia uma época que tinha inimigos a altura, eramos eu meu pai e meu irmão lado a lado no comando dos negócios e a máfia de cassinos querendo impedir que os nossos negócios se expandissem, eram bons tempos, tentaram me matar 3 vezes ao meu irmão mais três. Infelizmente ele não sobreviveu à terceira tentativa. Hahhaha!!! Meu irmão ele era divertido uma vez ele matou John Martine a socos em frente a sua mulher e filha, mas antes a traçamos na frente dele foi a primeira vez que tentaram nos matar, hahahah, bons tempos. Depois de matar John chegaram seus seguranças mandei logo dois tiro um no peito de cada, modesta a parte sempre fui rápido no gatilho. Descemos correndo e depois que conseguimos sair do hotel a polícia vindo correndo atrás da gente ,meu irmão pilotando e eu atirando eles eram muitos, mas não era o suficiente para nós dois. Naquela época família era tudo, bem agora estou eu aqui na companhia de minha neta.

Bem infelizmente é nossa ultima reunião, minha filha sempre foi um orgulho infelizmente nos ultimo tempos o que eu sempre admirei nela se tornou uma dor de cabeça sempre tão corajosa e inteligente teve que se voltar contra mim. . . Cada um escolhe o seu caminho. Agora é limpar este sapato que ainda tenho negócios a tratar está noite.

_ Edgar! Abra o gás e jogue gasolina sobre os corpos não quero que a polícia descubra algum rastro meu, seja rápido não quero me atrasar.


Contato Email:
viniciusmarinho89@hotmail.com

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A criatura

Emilly Branchette , uma garota de familia nobre,do ano 1840,entrou em sua carruagem ,com sua empregada e com o cocheiro,direcionada á uma pequena cidade perto de Londres...

-Margareth por favor ,eu quero tomar um ar, pare essa carruagem diga ao cocheiro que quero parar, a horas estamos aqui, á trancos ,e trancadas,assim morrerei sufocada.

Margareth sua empregada pediu então que o cocheiro parasse e ele respondeu:

-Srta Branchette me desculpe, mas não posso parar nesse mato á essas horas da noite, é muito perigoso para a senhorita, vamos parar mais pra frente quando amanhecer...

-Não! Pare já ! Não é um pedido é uma ordem Vladmir.

O cocheiro então parou a carruagem como pedido.

Emilly desceu da carruagem elegantemente como si só, respirou fundo, pôs as mãos na cintura e disse:

-Venha Margareth ,tem medo de que?

-Santissima Dona Emilly ,está escuro demais.

-Ah! você é mesmo uma medrosa.

Ao longe, se ouviam gritos desesperados...

-Ouviram isto ?!disse Emilly.

-Claro que sim senhorita, vamos entrar pra carruagem de volta.

Tochas acesas vinham em direção a Emilly que descia o barranco mais um pouco para enxergar melhor ...

-Matem-no rápido, vamos...

Emily forçou os olhos para ver o que tinha lá embaixo , quando derepente, uma criatura surgiu.

Destruindo todas as barracas do pequeno povoado, e correndo, tinha pêlos demais, mas era humano, era semelhante á um lobo , a criatura então se voltou para Emily.

Assustada ela recuou um pouco, olhou profundamente nos olhos da criatura...e assim a criatura também o fez.

Com um olhar dócil , ficou encarando Emily, depois quando os camponeses chegaram perto a criatura se foi, correndo como louca ...

Emily então perguntou

-O que está havendo, o que é aquilo?

-Moça que para a criatura! A senhora é santa , esse demônio não para por nada neste mundo.

Emily ficou pensativa.

-Mas, o que era aquilo?

-Não sabemos senhora.

-Nunca ouviram falar em licantropia,metade homem metade lobo?

-Não senhora.

-Pois pra mim era sim um licantropo...

Emily voltou a carruagem e chegou ao seu destino...que era casar com o nobre Fico De La Jurr...

Toda sua familia a esperava, ela desceu da carruagem, entrou sentou-se e esperou por Fico.

Quando ele chegou olhou em seus olhos ... eles brilharam e ela se recordou daquele olhar... Aquele era um olhar que Emily nunca mais esquecerá...



Por:Jessica C.
msn:jessicadecamargo@live.com